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Linux Kernel Benchmarks, 2.6.24-2.6.29
Publicada por little_oak
Wednesday, March 25 @ 12:14:10 BRT
Linux

Anônimo enviou "

Foi lançado um overview de comparação do desempenho entre as versões do kernel 2.6.24  e 2.6.29.

Para conferir toda  avaliação acesse:

http://www.phoronix.com/vr.php?view=13622

"
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Comemore o DocumentFreedom Day no Boteco 4Linux
Publicada por little_oak
Wednesday, March 25 @ 12:04:58 BRT
Open Office

Anônimo enviou "Comemorado ao redor do mundo, o DocumentFreedom Day, terá este ano grande destaque no Brasil. O evento, que será transmitido pela internet, contará com a presença de representantes da SUN Microsystems, ODF Aliance e também da 4Linux.

O Boteco DFD'09 será realizado no dia 25 de março às 19:00 e levará aos internautas um bate papo descontraído sobre o OpenDocument Format e os benefícios propiciados por ele.
"Será uma excelente oportunidade para que todos possam tirar as duvidas que ainda tem sobre o ODF e sobre a real liberdade de escolha que o ODF propicia.", comenta Jomar Silva, Diretor Geral ODF Alliance Latin America.

Os participantes podem, desde já, enviar perguntas para o e-mail boteconet@4linux.com.br. As melhores perguntas eleitas pelo Jomar, ganharão prêmios, entre eles, um curso à distância de sua escolha oferecido pela 4Linux.

A mesa será comandada por Marcelo Marques (4Linux).

Data: 25/03/2009
Local: O evento não será presencial. Acompanhe pela Internet. Evento Gratuito.
Horário: 19:00
Envie sua pergunta para: boteconet@4linux.com.br
Link da transmissão:http://www.4linux.com.br/eventos/2009/comemore-documentfreedom-day-no-boteconet.html
"

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Vídeo Brasileiro está concorrendo no concurso da Linux Foundation.
Publicada por little_oak
Wednesday, March 25 @ 12:04:38 BRT
Linux

Anônimo enviou "

Vídeo vencedor será usado em campanha mundial para popularização do Linux


Em dezembro de 2008 o Linux Foundation convidou através de seu website os usuários e simpatizantes do Linux para criarem uma campanha publicitária de vídeo. A 4Linux, empresa especializada em linux e Softwares Livres, aceitou o desafio e é o único vídeo brasileiro participante do concurso.

“ Seria muito bom para o movimento software livre do Brasil se um vídeo brasileiro fosse o vencedor. O Brasil já tem posição de destaque mundial na adoção de Linux e softwares livres e com um vídeo vencedor chamaríamos a atenção do mundo todo para a adoção em massa do linux e software livres que vem ocorrendo aqui no Brasil.”, afirma Rodolfo Gobbi, Diretor Geral da 4Linux.

Os idealizadores do concurso foram inspirados pela idéia da competição de comerciais de televisão da Apple e Microsoft nos últimos meses nos USA. A campanha “Eu sou um Mac” deixou o Linux de fora da briga pelo mercado de desktops. A página abaixo explica em detalhes o concurso e seu motivos: http://video.linuxfoundation.org/category/video-category/-linux-foundation-video-contest

“ Nosso vídeo foi gerado 100% com ferramentas livres (Gimp, Cinelerra, Kino, ...) e procuramos de uma forma bem humorada e com poucos recursos financeiros inserir o Linux no contexto da campanha milionária “I am MAC – I am PC”. Acredito que conseguimos” afirma Eduardo Brito, Gerente de Marketing da 4Linux.


Ajude o vídeo brasileiro ser o vencedor do concurso votando em:

http://video.linuxfoundation.org/video/1228"
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Linux Foundation compra o Linux.com
Publicada por little_oak
Wednesday, March 04 @ 14:41:15 BRT
Linux

Anônimo enviou "

Alguns leitores perceberam que o Linux.Com foi adquirido pela Linux Foundation. Observe que a Linux Foundation também é uma das parcerias com o Slashdot e  Freshmeat.

Estamos repassando a nota oficial:

“[Linux Foundation Executive Director Jim] Zemlin says the Linux Foundation wants to build a collaborative forum where Linux users can share ideas and get information on the Linux operating system. A beta of the site will be released in the next few months. … Linux.com is being redesigned as a central source for Linux software, documentation and answers regardless of platforms, including server, desktop/netbook, mobile and embedded areas.”

"
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Provas do LPI mudam a partir de abril de 2009
Publicada por little_oak
Wednesday, March 04 @ 14:40:09 BRT
Notícias

Anônimo enviou "A partir de 1 de abril as provas 101 e 102 do LPIC-1 e 201 e 202 do LPIC-2 terão seus objetivos atualizados refletindo diretamente nos assuntos que serão cobrados nas provas a partir desta data. Estas mudanças refletem a constante preocupação do LPI em ouvir o mercado e certificar os profissionais naquilo que realmente o mercado de TI está precisando.

A última aplicação da prova em papel (PBT – Paper Based Tests) com os atuais objetivos ocorrerá na cidade de São Paulo no dia 28 de março de 2009. Saiba mais sobre esta prova no site www.lpibrasil.com.br. As provas eletrônicas (CBT) continuam acontecendo normalmente nos centros autorizados VUE e Prometrics até o dia 31/03/2009 na versão atual e a partir de 1 de abril na versão atualizada.

"Essa atualização do programa de certificação LPIC-1 e LPIC-2 é um marco significativo na história da LPI e exemplifica nossa extensa, contínua e transparente comunicação com os líderes da indústria de TI e da comunidade Open Source sobre quais são as habilidades necessárias para os profissionais trabalharem eficientemente com o sistema Linux" disse Jim Lacey, Presidente e CEO do Linux Professional Institute.

"Expandimos os objetivos da LPIC-1 para atingir um leque mais amplo de profissionais, enquanto aprofundamos assuntos de administração de sistema e rede na certificação LPIC-2", conclui Lacey.

As provas do LPIC-3 não sofrerão nenhuma modificação neste momento pois foram lançadas recentemente. Para aqueles que já possuem a certificação LPIC-1 e LPIC-2 não há nenhuma mudança em relação a validade de 5 anos da certificação mesmo que o profissional tenha sido certificado no exame com os objetivos antigo.

A primeira prova na cidade de São Paulo, já com os novos objetivos, ocorrerá no dia 27 de junho.

O Linux Professional Institute é suportado globalmente pela indústria de TI, por clientes corporativos, profissionais da comunidade Open Source, entidades governamentais e da comunidade acadêmica. O programa de certificação LPI é apoiado por uma rede de afiliadas abrangendo cinco continentes e é distribuído em todo o mundo em vários idiomas em mais de 7.000 locais de exames. A 4Linux é a afiliada do LPI no Brasil. Desde 1999, LPI aplicou mais de 195.000 exames e emitiu mais de 62.000 certificações em todo o mundo."

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Boteco 4Linux: Aberto Para Negócios, com Postgres e Pentaho
Publicada por little_oak
Wednesday, March 04 @ 14:39:11 BRT
Notícias

Anônimo enviou "A 4Linux transmitirá ao vivo, no dia 05/03, quinta feira, mais um Boteco 4Linux. Uma palestra gratuita onde os convidados ficam à vontade para bater um papo com os palestrantes. Esta edição do evento terá como tema o banco de dados PostgreSQL e a solução de Business Intelligence, Pentaho.

Fábio Salles, um dos palestrantes, é Analista de Sistemas do Serpro, ajudou a criar e ministrou o OpenTaho I e II, palestras on-line sobre a plataforma Pentaho e realizou ciclo de palestra e três oficinas no Conisli 2008. Durante o Boteco 4Linux, fará uma demonstração de ponta-a-ponta, iniciando por extrair dados de um banco/arquivos, carregar em outro (já num modelo dimensional) e por fim apresentará as ferramentas para acessar e manusear os dados.

Flávio Gurgel, também palestrante, é consultor de bancos de dados da 4Linux, atuando em projetos de dimensionamento, tuning de bases de dados e no suporte aos clientes. Flávio apresentará de forma prática o PostgreSQL, sua aplicação em BI (Business Intelligence) e conceitos de Data Warehouse.

A demanda por soluções em softwares livres tem aumentado de forma bastante significativa por conta da busca incessante das empresas por redução de custo e as alternativas se destacam cada vez mais por sua estabilidade e segurança. O Pentaho e o PostgreSQL são dois ótimos exemplos.

Inscreva-se e participe, de forma presencial ou pela Internet.
"

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Um guia rápido do Debian Lenny
Publicada por little_oak
Monday, February 23 @ 06:54:22 BRT
Debian

Anônimo enviou "

Embora o Debian “puro” seja mais usado em servidores, ele também pode perfeitamente ser usado em desktops. Se você se sente confortável em usar o apt-get/aptitude e gosta da estrutura geral do sistema, mas está em busca de um sistema mais leve e personalizável, o Debian pode ser a melhor opção.

O Debian é a base para o Ubuntu e inúmeras outras distribuições. O próprio repositório “universe” do Ubuntu nada mais é do que um snapshot do repositório instável do Debian, com alguns patches e personalizações adicionais. Se somarmos o Ubuntu, Kubuntu e todos os descendentes diretos e indiretos, as distribuições da família Debian são usadas em mais de 70% dos desktops Linux.

O maior problema em utilizar o Debian diretamente, em vez de usar o Ubuntu ou outro derivado é que o sistema é bastante espartano, carecendo de muitas ferramentas de configuração automática. Em compensação, ele é bem mais leve que o Ubuntu, pois muitos pacotes são compilados com menos componentes e opções mais otimizadas, o que resulta em um desempenho geral sensivelmente superior, sobretudo nas máquinas mais modestas. Ao instalar e remover pacotes, você vai notar também que o sistema é menos “engessado” em relação às dependências de pacotes, permitindo que você tenha um desktop funcional com um volume muito menor de pacotes.

O Debian Lenny é composto por nada menos do que 5 DVDs (ou 31 CDs!), que totalizam 23.2 GB de download. Entretanto, como pode imaginar, estes DVDs todos incluem uma cópia completa dos repositórios oficiais, que é necessária apenas para quem realmente quer fazer uma instalação completa do sistema e não quer correr de precisar baixar pacotes adicionais.

Para situações normais, você pode escolher entre baixar apenas o primeiro CD ou o primeiro DVD. Em ambos os casos, a primeira mídia inclui quase todos os pacotes necessários para fazer uma instalação básica do sistema e o instalador se encarrega de baixar outros pacotes que sejam usados (como os pacotes de tradução para o Português do Brasil) durante a própria instalação, usando qualquer conexão disponível.

Se você tem uma conexão de banda larga, outra opção é baixar o NetInstall, uma imagem de 180 MB que inclui apenas os pacotes básicos do sistema e baixa o restante dos pacotes selecionados durante a instalação.

Faça o download no: http://ftp.br.debian.org/debian-cd/

ou no: http://www.debian.org/CD/http-ftp/

Ao dar boot pelo CD ou DVD, a primeira escolha é entre utilizar o tradicional instalador em modo texto (que é muito similar ao utilizado pelo alternate CD do Ubuntu) ou o novo instalador gráfico, que é uma novidade do Lenny. Na verdade, o instalador gráfico nada mais é do que uma interface em GTK para o instalador em modo texto, o que faz com que as opões em ambos os casos sejam basicamente as mesmas.

Na época em que surgiu a idéia de criar o instalador gráfico, muitos desenvolvedores defenderam o uso do Anaconda (o instalador usado no Fedora), mas a idéia acabou sendo abandonada em favor do instalador próprio devido a uma questão muito simples: em vez de se limitar aos PCs, o Debian suporta várias plataformas, uma característica da qual os desenvolvedores se orgulham bastante. Para usar o Anaconda, precisariam portá-lo para cada uma das plataformas suportadas, o que levou à conclusão de que desenvolver uma interface gráfica para o instalador tradicional seria a melhor saída.

Como de praxe, você pode também especificar opções de boot para solução de problemas, como em “installgui acpi=off” ou “installgui noapic. Para isso, pressione a tecla TAB para ter acesso à linha com as opções de boot.

Está disponível também uma instalação em modo expert, que oferece um controle muito maior sobre a instalação (você pode escolher se quer utilizar o Debian Stable, Testing ou Sid, por exemplo), mas em troca a torna muito mais complicada e demorada. Para simplificar as coisas, vamos usar a opção de instalação tradicional em modo gráfico (Graphical Install).

O Lenny é uma das poucas distribuições lançadas em 2009 que ainda utiliza o KDE 3.5. Esse é, na verdade, um ponto positivo, pois oferece uma opção para quem não gostou do KDE 4 e prefere a estabilidade e a leveza da versão antiga. A próxima versão estável do Debian não deve ser lançada antes do final de 2010 e, mesmo após isso, o Lenny ainda continuará sendo suportado por um bom tempo, permitindo que você continue usando o KDE 3.5 até se sentir confortável em migrar.

Por default, o Debian instala o Gnome como desktop e não existe opção dentro do instalador para alterar isso. Para usar o KDE, é necessário usar a opção “desktop=kde”. Similarmente, você pode instalar com o XFCE usando a “desktop=xfce”. Para usá-las

Ambas as opções devem ser especificadas como um parâmetro na tela de boot. Para isso, selecione a opção “Graphical Install” no menu, pressione a tecla TAB para ter acesso à linha de boot e adicione a opção no final da lista:

Como de praxe, a primeira pergunta é sobre a linguagem; basta digitar “p” e selecionar o Português do Brasil. A pergunta seguinte é sobre a localização (que define a moeda, o padrão de medidas e outras opções regionais), seguida pela confirmação do layout de teclado.

A menos que você esteja com a coleção completa das mídias de instalação em mãos, é importante possuir uma conexão de rede disponível durante a instalação, para que o instalador possa baixar os pacotes necessários. O ideal é sempre usar uma conexão de rede local compartilhada, já que o instalador não oferece suporte a modems 3G e outras modalidades mais exóticas de conexão, se limitando a suportar placas cabeadas e placas wireless que possuem drivers open-source.

Por default, ele tenta configurar a rede via DHCP e, caso nenhum servidor esteja disponível, oferece a opção de configurar os endereços manualmente. É possível também desativar a configuração via DHCP especificando a opção de boot “netcfg/disable_dhcp=true” na tela de boot.

Depois de ajustado o fuso-horário, chegamos ao particionamento, que é composto de opções similares às usadas no instalador do Ubuntu Alternate CD, com as tradicionais opções de instalação assistida ou particionamento manual, que é sempre a opção recomendada para ter um melhor controle sobre o tamanho das partições e evitar acidentes.

Dentro do particionador, basta dar um duplo clique sobre uma partição ou um trecho de espaço livre para abrir o menu de opções, que permite criar, remover ou indicar o diretório onde a partição será montada. Como de praxe, você precisa de pelo menos uma partição raiz (/) e uma partição swap, sendo recomendada também uma partição separada para o diretório /home.

Como de praxe, você pode compartilhar a partição home entre várias distribuições, mas é recomendável utilizar usuários diferentes para cada um para evitar misturar as configurações. É importante prestar atenção ao configurar a partição, usando sempre a opção “não, manter os dados existentes” para preservar os arquivos existentes:

Ao terminar, basta usar o “Finalizar o particionamento e escrever as mudanças no disco”, ou voltar atrás nas modificações escolhendo o “Desfazer as mudanças nas partições”:

Depois de aplicadas as mudanças nos discos, o instalador prossegue para a instalação do sistema base (o mesmo incluído no CD do NetInstall), que inclui apenas o Kernel e os utilitários básicos do sistema, incluindo o apt.

Em seguida, o instalador solicita a senha de root e cria uma conta de usuário para o uso regular do sistema. Diferente do Ubuntu, o Debian não utiliza o sudo por padrão, por isso a administração do sistema é feita da maneira tradicional, usando o “su -” ou “sux” para se logar como root.

Chegamos então à etapa principal da instalação, que é instalação dos pacotes adicionais, que começa com a configuração do gerenciador de pacotes, onde as mídias que serão usadas durante a instalação precisam ser “catalogadas”, para que o instalador gere uma lista dos pacotes disponíveis em cada uma. Como deve estar imaginando, se você gravou os 5 DVDs, ou os 21 CDs, vai precisar catalogar cada um deles antes de prosseguir com a instalação. Se, por outro lado, você seguiu o meu conselho e está usando apenas a primeira mídia, basta responder “não” e continuar. :)

A etapa seguinte é a escolha do mirror de onde serão baixados os pacotes adicionais que forem necessários durante a instalação. Responda “sim” no “Utilizar um espelho de rede” e em seguida escolha qual será usado.

O mirror do Brasil (br.debian.org) é hospedado na Universidade Federal do Paraná, que tem uma boa conectividade com todos os principais backbones usados pelos provedores do Brasil. Na grande maioria dos casos ele é o mais rápido, mas sempre existem casos isolados em que o mirror dos Estados Unidos pode ser mais rápido, de acordo com o estado onde mora e o provedor que utiliza. Você pode fazer um teste rápido a partir de outro PC da rede, acessando o http://packages.debian.org/ e tentando baixar um pacote qualquer a partir dos dois para comparar a velocidade.

O instalador baixa então as listas de pacotes do mirror (similar a um “apt-get update”) e em seguida você tem acesso à tela de seleção de pacotes. O ideal é sempre manter selecionado apenas o “Ambiente Desktop” e o “Sistema Básico” (junto com o “Laptop”, caso esteja instalando em um notebook). As demais categorias são destinadas à instalação de servidores que, de qualquer forma, podem ser instalados posteriormente, usando o aptitude ou o apt-get.

Em seguida, temos a “etapa do cafezinho”, onde o instalador vai obter todos os pacotes necessários, parte deles a partir da mídia de instalação e outros via download, para só então iniciar a instalação propriamente dita. Os download dos pacotes para uma instalação padrão usando apenas o primeiro CD demora cerca de uma hora em uma conexão de 1 megabit. Instalando a partir do primeiro DVD (ou usando uma conexão mais rápida), o download demora bem menos.

Finalizando, temos a configuração do grub (o instalador é capaz de detectar outros sistemas instalados automaticamente, assim como no Ubuntu) e a configuração do relógio (com a velha opção de usar ou não o UTC).

Além do instalador tradicional, outra opção é baixar um dos CDs do “Debian-Live”, uma série de live-CDs, contendo instalações com o KDE, Gnome, XFCE ou LXDE, que podem ser baixados no:
http://ftp.br.debian.org/debian-cd/5.0.0-live/i386/iso-cd/

Configurando: Depois de instalar o Debian, o primeiro passo é ajustar os repositórios, para que você possa instalar todos os demais pacotes necessários para obter um desktop funcional. O Debian tem por objetivo oferecer apenas pacotes distribuídos sob licenças livres, por isso pacotes com componentes proprietários são segregados, dando origem ao repositório “non-free”. Similarmente ao que temos no caso do Medibuntu, temos também o debian-multimedia, um repositório adicional, dedicado a distribuir pacotes como o libdvdcss2 e o w32codecs.

Por default, o arquivo “/etc/apt/sources.list” do Debian Lenny inclui apenas três repositórios: main (o repositório principal), updates (atualizações de segurança) e volatile (um novo repositório, destinado a oferecer atualizações para pacotes que mudam com frequência):

deb http://ftp.br.debian.org/debian/ lenny main
deb-src http://ftp.br.debian.org/debian/ lenny main

deb http://security.debian.org/ lenny/updates main
deb-src http://security.debian.org/ lenny/updates main

deb http://volatile.debian.org/debian-volatile lenny/volatile main
deb-src http://volatile.debian.org/debian-volatile lenny/volatile main

Assim como no caso do Ubuntu, as linhas “deb-src” incluem os repositórios com código fonte, que são necessárias apenas se você pretender compilar pacotes manualmente. Você encontrará também uma linha apontando para o CD/DVD de instalação, que também pode ser removida.

Para ativar os repositórios adicionais, adicione um “contrib non-free” nos dois primeiros, complementando o “main”. Aproveite para adicionar também a linha do debian-multimídia, que conclui as modificações:

deb http://ftp.br.debian.org/debian/ lenny main contrib non-free
deb-src http://ftp.br.debian.org/debian/ lenny main contrib non-free

deb http://security.debian.org/ lenny/updates main contrib non-free
deb-src http://security.debian.org/ lenny/updates main contrib non-free

deb http://volatile.debian.org/debian-volatile lenny/volatile main
deb-src http://volatile.debian.org/debian-volatile lenny/volatile main

deb http://www.debian-multimedia.org lenny main

Você pode também substituir a linha do Debian Multimídia pela “deb http://ftp.br.debian.org/debian-multimedia/ lenny main”, que orienta o apt a utilizar o mirror nacional, em vez do servidor principal.

Como de praxe, ao rodar o “apt-get update”, você receberá um erro de chave pública não disponível relacionada ao repositório do debian-multimedia, que acabou de ser adicionado.

Você pode resolver o problema instalando o pacote “debian-multimedia-keyring”, usando o apt:

# apt-get install debian-multimedia-keyring

Outra opção é adicionar a chave manualmente usando os dois comandos que vimos no capítulo do Ubuntu:

# gpg –keyserver subkeys.pgp.net –recv-keys 07DC563D1F41B907
# gpg –export –armor 07DC563D1F41B907 | apt-key add -

A partir daí, você pode completar o time de suporte a multimídia instalando o VLC e o Mplayer, juntamente com o libdvdcss2 e o w32codecs. Diferente do que temos no Ubuntu, a instalação do VLC e do Mplayer dispara a instalação de diversos codecs, que completam o time. Se você estiver usando o KDE, é interessante instalar também o Kaffeine, que é o player oficial:

# apt-get install vlc mplayer kaffeine libdvdcss2 w32codecs

Por algum motivo, o instalador do Lenny instala apenas o suporte à descompactação de arquivos gzip, sem suporte a arquivos .tar.bz2, .zip, .7z ou .rar, que precisam ser instalados manualmente:

# apt-get install bzip2 zip rar p7zip

O Lenny utiliza por padrão fontes da série DejaVu (que é uma evolução do conjunto Bitstream-Vera), combinado com as fontes Liberation e Dustin. Entretanto, os repositórios incluem diversos outros conjuntos de fontes (os pacotes que começam com “xfonts” e “ttf”, que você pode usar para reforçar o conjunto pré-instalado, como em:

# apt-get install xfonts-terminus xfonts-terminus-oblique xfonts-mona ttf-georgewilliams ttf-nafees ttf-freefont ttf-bitstream-vera

Para instalar as fontes do Windows, instale o pacote “mscorefonts-installer”, que é o sucessor do “msttcorefonts”, usando nas versões anteriores:

# apt-get install ttf-mscorefonts-installer

Ele é na verdade um pacote vazio, contendo apenas um script de instalação que se encarrega de baixar os arquivos das fontes, extrair os arquivos, copiá-los para a pasta de fontes do sistema e atualizar a configuração de fontes do sistema para que elas sejam usadas.

Por default, o Debian vem com o bash_completion desativado para o root, o que faz com que você não consiga completar os comandos usando a tecla TAB. Para resolver isso, abra o arquivo “/etc/bash.bashrc” e, próximo ao final, descomente as linhas:

if [ -f /etc/bash_completion ]; then
. /etc/bash_completion
fi

Para que o terminal fique colorido (pastas aparecem em azul, arquivos compactados em vermelho e assim por diante, o que torna mais fácil identificar os arquivos) adicione a linha:

alias ls=”ls –color=auto”

… no final do arquivo “/etc/profile”.

Em ambos os casos, para que a alteração entre em vigor, você deve fazer logout no terminal (usando o comando “exit”, ou pressionando Ctrl+D) e logando-se novamente.

Devido a escaramuças relacionadas à licença, o Debian não inclui o Firefox, mas sim o Iceweasel, que é uma versão alternativa do navegador, mantida pela equipe do Debian, que exclui todas as artes e marcas de propriedade da fundação Mozilla. Na verdade, o Iceweasel não é nem melhor nem mais seguro que o Firefox, é apenas uma derivação originada de discussões filosóficas.

Apesar disso, nada impede que você instale o Firefox manualmente, baixando o pacote disponível no: http://www.mozilla.com/pt-BR/firefox/all.html

Para substituir o Iceweasel por ele, é necessário remover o pacote, descompactar o arquivo na pasta /opt, criar o link “/usr/bin/firefox”, apontando para o executável dentro da pasta e substituir a pasta “/opt/firefox/plugins” por um link para a pasta “/usr/lib/mozilla/plugins”, que é o diretório onde os plugins são instalados por padrão no Debian.

Você pode baixar o arquivo no seu diretório home e fazer o restante usando o root, como em:

# apt-get remove iceweasel
# mv firefox-3.0.6.tar.bz2 /opt
# cd /opt
# tar -jxvf firefox-3.0.6.tar.bz2
# ln -s /opt/firefox/firefox /usr/bin/firefox
# rm -rf /opt/firefox/plugins
# ln -sf /usr/lib/mozilla/plugins /opt/firefox/plugins

Com tudo pronto, fica faltando apenas recriar o ícone no iniciar, apontando para o “/usr/bin/firefox”, que você pode criar usando o editor de menus.

Como ao fazer a instalação manual você não poderá contar com as atualizações de segurança via “apt-get upgrade”, é importante ativar as atualizações automáticas do Firefox. Para isso, transfira a posse da pasta “/opt/firefox” para o seu usuário, como em:

# chown -R gdh /opt/firefox

Isso permitirá que o próprio Firefox modifique o conteúdo da pasta, instalando as atualizações conforme elas forem disponibilizadas (verifique se as atualizações automáticas estão ativadas no “Editar > Preferências > Avançado > Atualizações”).

Concluindo, o tema default do Firefox é um pouco feio, mas você pode baixar outros no https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/browse/type:2. Uma boa opção é o Nemesis.

Se você preferir ficar com o Iceweasel (a principal vantagem em utilizá-lo é ter acesso às atualizações diretamente pelo “apt-get upgrade”), é importante modificar a identificação do navegador dentro do “about:config”.

Pesquise pela opção “general.useragent.extra.firefox”. Originalmente ela contém o valor “Iceweasel/3.0.6″, o que faz com que muitos sites não reconheçam o navegador e bloqueiem o acesso ou exibam a versão simplificada para dispositivos móveis. Para resolver o problema, mude o texto para “Firefox/3.0.6″.

Com relação aos plugins, o Lenny usa por padrão o swfdec, que é um plug-in flash open-source. Ele funciona bem para exibir animações básicas, mas possui várias limitações com relação à exibição de vídeos e execução de jogos e mini-aplicativos. Você pode substituí-lo pelo plugin da Adobe (disponível no repositório non-free) via apt:

# apt-get remove swfdec-mozilla swfdec-gnome
# apt-get install flashplayer-mozilla

Você pode também instalar o suporte a Java através dos pacotes “sun-java6-jre” (o JRE propriamente dito) e “sun-java6-plugin” (o plugin para o Firefox/Iceweasel), que também fazem parte do repositório non-free:

# apt-get install sun-java6-jre sun-java6-plugin

Estas são apenas algumas dicas rápidas para uso do Lenny em desktops. Você pode também ler mais sobre o uso em servidores no Servidores Linux, Guia Prático.

fonte: http://www.nerdblog.info/2009/02/22/um-guia-rapido-do-debian-lenny/

"
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Como fazer Upgrade do Debian Etch para o Debian Lenny - How to upgrade Debian
Publicada por little_oak
Monday, February 23 @ 06:51:16 BRT
Debian

Anônimo enviou "

A perfeição com que o Debian e o Ubuntu operam no momento de upgrades de suas versões é impressionante (coisa que sistemas como o poderoso Rhel não recomendam), causando o mínimo de falhas possíveis/imaginárias no sistema que recebeu a atualização.

Neste artigo iremos mostrar como fazer upgrade do Debian Etch para o Debian Lenny. Vamos seguir os passos abaixo:

1 - Atualizar as listas do APT

Primeira coisa que iremos fazer é o backup das listas de repositórios, depois iremos modificar de etch para lenny os valores descritos da versão na lista de Repositórios, veja a versão antes da modificação:

deb http://ftp.us.debian.org/debian/ etch main contrib non-free
deb-src http://ftp.us.debian.org/debian/ etch main contrib non-free
deb http://security.debian.org/ etch/updates main contrib non-free

Agora veja a versão depois modificação:

deb http://ftp.us.debian.org/debian/ lenny main contrib non-free
deb-src http://ftp.us.debian.org/debian/ lenny main contrib non-free
deb http://security.debian.org/ lenny/updates main contrib non-free

2 - Fazendo update dos pacotes

aptitude update
depois
aptitude install apt dpkg aptitude

Se for desktop use isto como adicional
dpkg -l libfam0c102 | grep ^ii
aptitude install libfam0
por fim
aptitude full-upgrade
isto pode também ser usado via apt-get com o comando:
apt-get dist-upgrade

Depois disto reinicie seu servidor/desktop e prepare-se para rodar o Debian em sua versão mais amigável, estável e flexível possível.

Abraços a todos.

fonte: http://www.nerdblog.info/2009/02/22/como-fazer-upgrade-do-debian-etch-para-o-debian-lenny-how-to-upgrade-debian-etch-to-debian-lenny/

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S3 Graphics responde a comunidade Gnu/Linux
Publicada por little_oak
Sunday, February 22 @ 16:33:22 BRT
Software

Anônimo enviou "

Segundo informado pela equipe de desenvolvimento da S3 Graphics, o suporte a série Chrome 500 estará integrada no pacote de drivers 400 series GPU. Foi afirmado que o desenvolvimento do módulo Chrome 500 para Gnu/Linux já está em andamento.

Isto foi anunciado depois de uma situação oposta ao publicado, vide:
http://tech.slashdot.org/article.pl?sid=09/02/15/1337218&tid=152

Para conferir mais sobre a nota de lançamento veja:
http://www.phoronix.com/scan.php?page=news_item&px=NzA3MQ


fonte: http://www.tinews.org/2009/02/s3-graphics-responde-a-comunidade-gnulinux/


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Ubuntu 9.10 - Alguns detalhes já foram anunciados!
Publicada por little_oak
Sunday, February 22 @ 16:02:29 BRT
Linux

Anônimo enviou "

O líder do projeto Ubuntu (Mark Shuttleworth) anunciou muitos detalhes sobre a nova versão do Ubuntu 9.10. O nome deste release será Karmic Koala.

A produção beta já traz inovações de ponto como um excelente relacionamento do sistema com a Cloud Computing, em especial a AMI da Amazônia para uso em EC2. (versão server)

Para maiores detalhes de lançamento e mais novidades do que o Ubuntu Trará acessem:
https://lists.ubuntu.com/archives/ubuntu-devel-announce/2009-February/000536.html
http://www.jonobacon.org/2009/02/19/announcing-the-karmic-koala-ubuntu-developer-summit/


fonte: http://www.tinews.org/2009/02/ubuntu-910-alguns-detalhes-ja-foram-anunciados/

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